Coreia do Norte diz que reagirá com armas nucleares se for atacada pela Coreia do Sul
![]()
Por Josh Smith
SEUL (Reuters) - A Coreia do Norte é contra guerra, mas se a Coreia do Sul optar pelo confronto militar ou fizer um ataque preventivo, as forças nucleares norte-coreanas terão que atacar, disse a vizinha liderada por líder Kim Jong Un.
Kim Yo Jong, autoridade de alto escalão do governo e do partido governista, disse que foi um "grande erro" o ministro da Defesa da Coreia do Sul fazer comentários recentes sobre ataques ao Norte, informou a agência de notícias estatal KCNA.
O ministro da Defesa sul-coreano, Suh Wook, disse na sexta-feira que as Forças Armadas de seu país têm vários mísseis com alcance de disparo, precisão e poder significativamente aprimorados, com "capacidade de atingir com precisão e rapidez qualquer alvo na Coreia do Norte".
A Coreia do Norte testou uma série de mísseis cada vez mais poderosos neste ano e autoridades em Seul e Washington temem que ela esteja se preparando para retomar testes de armas nucleares pela primeira vez desde 2017, em meio a negociações paralisadas.
Kim e outra autoridade norte-coreana declararam no domingo condenando essas afirmações e alertaram que Pyongyang destruiria alvos importantes em Seul se a Coreia do Sul tomar qualquer ação militar perigosa, como um ataque preventivo.
Em sua segunda declaração, Kim disse que Pyongyang se opõe à guerra, que deixaria a península em ruínas, e não vê a Coreia do Sul como seu principal inimigo.
"Em outras palavras, isso significa que, a menos que o Exército sul-coreano tome qualquer ação militar contra nosso Estado, ele não será considerado alvo de nosso ataque", disse.
"Mas se a Coreia do Sul, por qualquer motivo... optar por uma ação militar como 'ataque preventivo', a situação mudará", acrescentou Kim.
0 comentário
Wall Street encerra em baixa por crescentes preocupações com inflação
Dólar sobe aos R$5,0664 puxado pelo cenário político no Brasil e pelo exterior
Ibovespa fecha em queda com ruído político local
Governo revisa regra que exigia publicação das margens de distribuidoras de combustíveis
Wall St cai na abertura com salto de rendimentos por preocupações com a inflação
Dólar supera R$5,05 pressionado por exterior e política local