Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem a mínima desde 1969
![]()
WASHINGTON (Reuters) - Os novos pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos caíram para uma mínima de 52 anos e meio na semana passada, enquanto o número de norte-americanos nas filas do desemprego continua a encolher, o que indica rápida redução da ociosidade no mercado de trabalho que irá manter a inflação dos salários.
Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 28 mil, para 187 mil em dado ajustado sazonalmente para a semana encerrada em 19 de março, nível mais baixo desde setembro de 1969, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira.
Economistas consultados pela Reuters projetavam 212 mil pedidos. As solicitação recuaram depois da máxima recorde de 6,149 milhões no início de abril de 2020.
Ainda não há sinais de que a guerra da Rússia contra a Ucrânia, que elevou os preços da gasolina nos EUA para máximas recordes e deve piorar o aperto nas cadeias globais de oferta, tenha impactado o mercado de trabalho.
As empresas estão desesperadas por trabalhadores-- havia 11,3 milhões de vagas abertas no final de janeiro.
(Reportagem de Lucia Mutikani)
0 comentário
Wall Street encerra em baixa por crescentes preocupações com inflação
Dólar sobe aos R$5,0664 puxado pelo cenário político no Brasil e pelo exterior
Ibovespa fecha em queda com ruído político local
Governo revisa regra que exigia publicação das margens de distribuidoras de combustíveis
Wall St cai na abertura com salto de rendimentos por preocupações com a inflação
Dólar supera R$5,05 pressionado por exterior e política local