Viagem de Biden a Bruxelas destacará novas sanções à Rússia e planos da Otan
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Por Alexandra Alper e Jeff Mason
WASHINGTON (Reuters) - O presidente norte-americano, Joe Biden, e seus correspondentes europeus anunciarão novas sanções contra a Rússia e medidas para apertar as sanções existentes durante a sua visita a Bruxelas esta semana, afirmou o conselheiro de segurança nacional Jake Sullivan nesta terça-feira.
Biden também discutirá ajustes de longo prazo à posição de força e contingências da Otan em caso de uso de armas nucleares, disse Sullivan. O presidente ainda anunciará “ação conjunta” para melhorar a segurança de energia na Europa, que depende muito do gás russo.
Os Estados Unidos e seus aliados impuseram sanções pesadas à Rússia como punição pela invasão à Ucrânia e forneceram bilhões de dólares em armas e auxílio à defesa ucraniana.
Biden prometeu não enviar soldados norte-americanos à Ucrânia, mas garantiu que manterá o compromisso de Washington de defender membros da Otan, se eles forem atacados.
O presidente americano irá na quarta-feira para Bruxelas, onde Otan e União Europeia são sediadas, para reuniões na quinta-feira com outros líderes.
Ele participará de uma cúpula de emergência da Otan, se reunirá com lidenças do G7 e fará um discurso a autoridades da União Europeia em uma reunião do Conselho Europeu, afirmou Sullivan.
De acordo com o conselheiro, novas sanções serão apresentadas na quinta-feira, com foco em aplicar punições anteriores.
Após Bruxelas, Biden viajará a Varsóvia em uma demonstração de apoio a um aliado que compartilha fronteira com a Ucrânia. Na Polônia, ele “conversará com soldados dos EUA que estão ajudando a defender território da Otan” e se reunirá com especialistas envolvidas na resposta humanitária à guerra, disse Sullivan. O presidente dos EUA também se encontrará com o presidente polonês, Andrzej Duda.
(Reportagem de Alexandra Alper e Jeff Mason)
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