Consumidores dos EUA gastarão US$1 tri em compras online em 2022, diz estudo
![]()
Por Deborah Mary Sophia e Praveen Paramasivam
SÃO PAULO (Reuters) - Os gastos em compras online de consumidores dos Estados Unidos poderão atingir um recorde de 1 trilhão de dólares este ano, graças às mudanças impulsionadas pela pandemia, mostrou um relatório do Adobe Analytics nesta terça-feira.
A previsão representa um salto de 13% em relação a 2021 e segue um gasto total de 1,7 trilhão de dólares ao longo de dois anos da crise do Covid-19, a partir de março de 2020.
"A pandemia foi um momento importante para o comércio eletrônico. Não apenas acelerou o crescimento em quase dois anos, mas também impactou os tipos de bens que os consumidores estão dispostos a comprar online", disse Vivek Pandya, analista-chefe da Adobe Digital Insights.
Os gastos online com mantimentos dispararam na pandemia, aumentando 7,2% no ano passado, depois de mais do que dobrar em 2020, já que os consumidores preferiam a segurança e a conveniência das entregas em domicílio.
Isso em comparação com um crescimento apenas modesto para vestuário, enquanto os eletrônicos consolidaram sua posição como a principal categoria em compras online.
"O comércio eletrônico está sendo remodelado pelas compras de supermercado, um setor com descontos mínimos em comparação com categorias como eletrônicos e vestuário", disse Patrick Brown, vice-presidente de marketing de crescimento da Adobe.
A previsão para 2022 é apoiada por sinais de demanda robusta dos consumidores, mesmo com o aumento dos preços de produtos.
0 comentário
Alckmin diz que etanol foi único tema explícito em negociação com EUA
Ibovespa fecha quase estável com Petrobras atenuando pressão de bancos
Exterior conduz alta do dólar ante o real em dia de busca por segurança
Lula diz que só falará de tarifaço após manifestação de Trump e que ninguém vencerá o Brasil mentindo
Tarifa de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros amplia incertezas para exportadores e reforça necessidade de diversificação de mercados
Durigan diz que não cabe falar em retaliação aos EUA por tarifas, mas governo avalia reciprocidade