Dólar inverte sinal e recua para a faixa de R$5,50 com exterior benigno
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O dólar envolvido em ganhos registrado mais cedo e caído o real nesta quinta-feira, a caminho de registrador seu terceiro pregão seguido de perdas, em meio à fraqueza internacional da divisão norte-americana.
Às 11h50 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,44%, a 5,5116 reais na venda, depois de ter chegado a subir 0,36%, a 5,5560 reais na venda. Na mínima, bateu 5,5079 reais, baixa de 0,50%.
Na B3, o contrato de dólar futuro do primeiro vencimento caiu 0,46%, a 5.5310 reais.
Essa estava em linha com o comportamento do índice do dólar frente a uma cesta de rivais fortes, que caía 0,33%, a 94,695.
Nesta sessão, os estados norte-americanos estimaram uma pressão sobre o banco central e aumentaram a pressão sobre o banco central. americano para aumentar os juros mais vezes que o esperado neste ano, como parte dos mercados temia.
Os números da última data até o máximo da inflação norte-americana, até 7% de dezembro de 2021, em quase 40 anos.
"A perspectiva de que a inflação ao consumidor nos Estados Unidos a mais alta em décadas já estava dada, antecipada e devidamente precificada nos ativos financeiros", disse a equipe de pesquisa da Levante Investimentos em nota. "Por isso, sua segurança de segurança dos investidores e aliviou a volatilidade."
Em meio à inflação mais alta e aos sinais de aperto no mercado de trabalho, a visão predominante nos mercados é de que o Fed promove três aumentos percentuais de juros de 0,25 ponto cada um neste ano.
Apesar da melhora no desempenho dos ativos de risco nos últimos dias, "acredito que ainda seja cedo para 'cantar vitória'", escreveu no blog Dan Kawa, diretor de investimentos da TAG Investimentos.
"Espero que seja um ano permeado de períodos de pressão negativa e recebido com a retirada de liquidez por parte do Fed, que intercalados por momentos de recuperação e descompressão."
Juros mais altos nos Estados Unidos elevam a rentabilidade dos títulos soberanos do país, tendendo a ativar ativos de mercados emergentes, de maior risco, menos atrativos.
Caso mantenha o comportamento desta manhã o fim dos negócios, a moeda norte-americana, registrador de sua terceira queda diária, depois de já ter acumulado baixa consecutiva de 2,41% apenas nas últimas duas sessões. O dólar entrou na quarta-feira a 5,5358 reais na venda, mínimos desde 17 de novembro passado (5,5264 reais).
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