Bolsonaro anuncia alta hospitalar após obstrução intestinal
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SÃO PAULO/BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira que está recebendo alta do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, onde foi internado na madrugada de segunda-feira por causa de uma obstrução intestinal.
"Alta agora. Obrigado a todos", escreveu Bolsonaro em sua conta no Twitter, publicando também uma foto em que aparece sentado em uma cama ao lado dos médicos.
Bolsonaro foi internado na madrugada de segunda-feira depois de sentir um desconforto abdominal no domingo em Santa Catarina, onde passava férias.
Ainda não há horário para a saída, mas a assessoria da Presidência informou que Bolsonaro deve falar à imprensa ainda esta manhã, ao deixar o hospital.
O diagnóstico foi uma obstrução intestinal, quadro semelhante ao que teve em julho de 2021. Apesar de o próprio presidente ter anunciado que os médicos iriam analisar a necessidade de uma nova cirurgia, o tratamento foi feito apenas com medicamentos, e o quadro foi resolvido rapidamente.
Essa é a segunda vez que Bolsonaro sofre com o mesmo problema. Em julho de 2021, depois de 11 dias de crises ininterruptas de soluços, o presidente deu entrada no Hospital das Forças Armadas de Brasília, de madrugada, com fortes dores abdominais. Em seguida, foi transferido para São Paulo, onde se verificou uma obstrução intestinal.
À época, a equipe médica chegou a considerar a necessidade de uma cirurgia, mas o quadro também foi resolvido com medicamentos, mas em uma situação mais complicada. Bolsonaro ficou sete dias internado.
Desde setembro de 2018, quando sofreu um ataque à faca durante a campanha eleitoral, o presidente já passou por pelo menos cinco cirurgias, quatro delas diretamente ligadas à facada: uma realizada logo após o ataque e uma emergencial, uma semana depois, para corrigir aderências no intestino; em 2019, foram mais duas, uma para retirada da bolsa de colostomia, e outra para correção de uma hérnia na área da cirurgia.
Bolsonaro passou ainda por uma intervenção para retirada de pedras na bexiga e submeteu-se a uma vasectomia, que nunca foi confirmada oficialmente pelo Palácio do Planalto.
(Reportagem de Eduardo Simões e Lisandra Paraguassu)
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