Dados e estudo da África do Sul sugerem "história positiva" sobre gravidade da Ômicron, diz cientista
![]()
(Reuters) - Um novo estudo sul-africano, junto com dados sobre hospitalizações e mortes na quarta onda de infecções por Covid-19 no país, sugere que o risco de contrair a forma grave da doença é menor com a variante Ômicron do coronavírus do que com variantes anteriores, disse uma importante cientista nesta quarta-feira.
"Na África do Sul, esta é a epidemiologia: a Ômicron está se comportando de uma forma menos severa", disse a professora Cheryl Cohen, do Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis (NICD), uma das autoras do novo estudo.
"De forma convincente, juntos, nossos dados realmente sugerem uma história positiva de gravidade reduzida da Ômicron em comparação com outras variantes", disse ela durante uma coletiva de imprensa por um grupo de cientistas do instituto.
(Por Estelle Shirbon e Emma Rumney)
0 comentário
Trump diz que EUA ficarão satisfeitos se Irã concordar em não possuir armas nucleares
Nasdaq lidera as perdas nas ações, com petróleo e custos de financiamento no foco
Trump suspende ataque ao Irã enquanto negociações continuam
Ibovespa fecha abaixo dos 177 mil pontos pressionado por Vale
Brasil pode realocar fluxos de exportações do agro em meio a acordo EUA-China
Dólar volta a fechar abaixo de R$5,00 após Trump adiar ataque contra o Irã