Ministério de Minas e Energia prevê 28 leilões do setor elétrico no triênio 2022-2024
![]()
O Ministério de Minas e Energia prevê realizar 28 leilões ligados ao setor elétrico entre 2022 e 2024, sendo 22 de geração de energia e seis de linhas de transmissão, segundo portarias publicadas nesta segunda-feira no Diário Oficial da União.
No próximo ano, o calendário da pasta inclui oito certames. Estão previstos leilões para compra de energia elétrica de novos empreendimentos nos meses de maio (A-4) e agosto (A-5 e A-6), e leilões de energia existente em dezembro (A-1 e A-2).
Ainda em 2022, o governo pretende organizar duas licitações para contratação de reserva de capacidade -- modalidade nova que será testada pela primeira vez no país na terça-feira, quando acontece o último leilão do ano organizado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e ministério.
A pasta marcou para setembro de 2022 um leilão de reserva de capacidade, voltado à energia de reserva. Em novembro, fará uma licitação semelhante, mas destinada à contratação de potência.
Também está previsto um leilão para suprimento de energia aos Sistemas Isolados --não conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN)--, a ser realizado em outubro de 2022.
Para 2023 e 2024, o calendário também projeta leilões de energia nova (menos A-5) e existente, de reserva de capacidade e de suprimento aos sistemas isolados, mas em meses diferentes.
TRANSMISSÃO
Em outra portaria publicada nesta segunda-feira, o ministério definiu datas para realização de seis leilões de transmissão de energia. Estão programados dois certames por ano até 2024, nos meses de junho e dezembro.
0 comentário
Trump diz que EUA ficarão satisfeitos se Irã concordar em não possuir armas nucleares
Nasdaq lidera as perdas nas ações, com petróleo e custos de financiamento no foco
Trump suspende ataque ao Irã enquanto negociações continuam
Ibovespa fecha abaixo dos 177 mil pontos pressionado por Vale
Brasil pode realocar fluxos de exportações do agro em meio a acordo EUA-China
Dólar volta a fechar abaixo de R$5,00 após Trump adiar ataque contra o Irã