Bolsonaro defende excludente de ilicitude, mas reconhece aprovação "muito difícil"
![]()
(Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro aproveitou nesta quinta-feira discurso em cerimônia de entrega de equipamentos para polícias de Estados da fronteira para voltar a defender o excludente de ilicitude, medida que isentaria agentes de segurança de punição por episódios ocorridos no exercício da função, ao mesmo tempo que reconheceu que a aprovação da medida é "muito difícil".
O presidente exaltou o aumento da presença de pessoas oriundas das polícias e das Forças Armadas em funções públicas, principalmente no Legislativo, e disse que a adoção do excludente de ilicitude, uma bandeira antiga de Bolsonaro, reduziria a criminalidade.
"Cada vez mais nós temos gente da segurança ocupando também o Legislativo, e eles, em grande parte, ou quase todos, sabem o que é enfrentar o crime, sabem da necessidade de nós termos um dia --vai ser muito difícil-- o excludente de ilicitude. Não pode o policial terminar uma missão e no dia seguinte receber a visita do oficial de Justiça", disse.
"Nós temos que lutar pelo nosso excludente de ilicitude. Vamos cumprir a missão. Pode ter certeza que vai diminuir muito a violência no nosso Brasil. E nós não queremos com isso carta branca para matar, nós queremos ter o direito de não morrer", disse Bolsonaro.
(Por Eduardo Simões)
0 comentário
Dólar acompanha exterior e cai ao menor valor em três semanas
Williams, do Fed, espera queda em preços de energia mesmo com recrudescimento do conflito no Oriente Médio
Petrobras pode retomar produção na Bolívia e ajudar a reestruturar YPFB, diz ministro boliviano
México apresentará queixas criminais nos EUA sobre mortes de mexicanos durante operações de fiscalização de imigração
Wall Street sobe com ganhos de setor de chips compensando inquietação com Oriente Médio
Irã diz ter atacado alvos militares dos EUA no Golfo Pérsico e sepulta líder assassinado