Crescimento empresarial da zona do euro vai a mínima em 6 meses em outubro, aponta PMI
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A atividade empresarial da zona do euro cresceu no ritmo mais fraco em seis meses em outubro, uma vez que os gargalos da cadeia de oferta e questões logísticas relacionadas à pandemia de Covid-19 levaram os preços de insumos a subir no ritmo mais forte em mais de duas décadas, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês).
As restrições governamentais estão sendo levantadas no bloco, mas a escassez de matéria-prima no setor industrial está impactando o crescimento, enquanto a demanda reprimida no setor de serviços perde força.
O PMI Composto final da IHS Markit caiu para a mínima de seis meses de 54,2 em outubro de 56,2 em setembro, pouco abaixo da preliminar de 54,3.
"O crescimento da zona do euro desacelerou com força no início do quarto trimestre, com a indústria prejudicada pelas restrições de oferta e os serviços perdendo força conforme a recuperação dos lockdowns diminui", disse Chris Williamson, economista-chefe da IHS Markit.
O PMI de serviços recuou para a mínima de seis meses de 54,6 em outubro, de 56,4 no mês anterior e contra preliminar de 54,7, mas ainda confortavelmente acima da marca de 50 que separa crescimento de contração.
Mas a demanda enfraqueceu, e o subíndice de novas encomendas caiu a 55,1, de 55,3.
Embora a atividade industrial da zona do euro tenha permanecido forte no mês passado, ela foi afetada por gargalos na cadeia de oferta, mostrou o PMI do setor na terça-feira.
Esses gargalos levaram os custos das matérias-primas a disparar e o subíndice de preços composto foi a 73,2, de 70,9, de longe o patamar mais elevado desde que a pesquisa começou em meados de 1998.
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