Ibovespa segue otimismo de NY e supera 114 mil pontos; GPA e PDG disparam
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O principal índice de ações brasileiras seguia o otimismo das bolsas globais e superava os 114 mil pontos, apoiado também em eventos domésticos pontuais, como a disparada das ações do GPA e da recuperação ampla nos setores de metais, celulose e bancário.
Às 12h, o Ibovespa mostrava valorização de 0,97%, aos 114.277,90 pontos. O giro financeiro somava 10,5 bilhões de reais, em sessão marcada pelo exercício dos contratos de opções sobre ações.
Os principais índices das bolsas dos Estados Unidos apontavam para cima, após o Goldman Sachs anunciar um salto no lucro trimestral, seguindo a tendência já mostrada na semana pelos rivais Citi, Morgan Stanley e Bank of America.
"Além disso, somam-se ao sentimento positivo a decisão da China em afrouxar as restrições a empréstimos imobiliários e as notícias de que a União Europeia deve aprovar medidas para aliviar as famílias e empresas dos impactos da crise de energia", afirmou o economista sênior do banco ABC Brasil, Daniel Xavier, em referência a temas que vinham pressionado os mercados.
DESTAQUES
- GPA era o grande destaque positivo do dia, disparando 16,4% após o grupo varejista ter anunciado na noite da véspera a venda, por cerca de 5,2 bilhões de reais, de lojas Hiper Extra para o ASSAÍ, que caía 4,6%. O rival CARREFOUR BRASIL, dono do Atacadão, ganhava 2,4%.
- SUZANO subia 2,4%, KLABIN tinha elevação de 2,3%, com as empresas de papel e celulose se recuperando, após terem sido alvos de pressão, devido à queda dos preços internacionais do setor.
- BRADESCO liderava o setor bancário, com avanço de 3,8%. BANCO DO BRASIL era incrementada em 2,5%. SANTANDER BRASIL tinha acréscimo de 3,3%, ITAÚ UNIBANCO acelerava 2%.
- CSN tinha acréscimo de 2,3%, ilustrando também a recuperação no setor de metais. VALE evoluía 1,65%, enquanto USIMINAS tinha aumento de 1,8%.
- VIBRA (Ex-Petrobras Distribuidora) tinha baixa de 1,56%, em meio à evolução no Congresso do projeto para limitar a cobrança de ICMS sobre combustíveis. ULTRAPAR, dona da rede de postos Ipiranga, caía 0,9%. COSAN, dona dos postos Shell, perdia 2,2%. PETROBRAS recuava 0,4%
- RUMO retrocedia 0,6%. Em nota a clientes, a XP afirmou que segue otimista com a companhia, mesmo após ela ter divulgado números operacionais fracos relativos a setembro.
- Fora do Ibovespa, PDG REALTY disparava 67,5%. A construtora anunciou na noite da véspera o encerramento do processo de recuperação judicial iniciado em 2017, após cumprir obrigações previstas no plano de reestruturação.
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