País terá que escolher entre ajudar vulneráveis ou pagar precatórios sem parcelamento, diz Guedes
![]()
BRASÍLIA (Reuters) - O país terá que fazer uma escolha entre ajudar vulneráveis ou pagar os precatórios de forma imediata, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta sexta-feira, reiterando que o governo precisa da ajuda do Congresso para viabilizar o reforço do Bolsa Família.
Em solenidade no Palácio do Planalto, Guedes disse que o governo recebeu comandos conflitantes. De um lado, é obrigado a pagar os precatórios "instantaneamente" e, de outro, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que o governo passe a pagar a partir do próximo ano a renda básica de cidadania.
"Se o próprio Supremo nos dá um comando para aumentar a base e o valor da renda básica, ou do auxílio emergencial, e nós estamos passando de 14 para 17 milhões (de beneficiados) e estamos passando (o valor do benefício) de 180 reais para quase 300 reais, ...esse comando conflita com o comando de pagar os precatórios instantaneamente, então nós temos que escolher", disse Guedes.
O ministro afirmou que aguarda então uma orientação do Supremo Tribunal Federal (STF), mas que conta também com a contribuição do Congresso com a aprovação da PEC dos Precatórios e da reforma do Imposto de Renda.
"O Congresso aprovando a PEC dos Precatórios e aprovando a reforma do Imposto de Renda, nós temos garantido o Bolsa Família subindo mais de 60%, bem mais do que subiu a comida, o combustível, tudo isso", disse Guedes.
(Por Isabel Versiani)
0 comentário
Rússia mata 17 pessoas em forte ataque com mísseis balísticos contra Ucrânia
Ações da China atingem maior cotação da semana com alta das ações do setor de chips
Lula mantém liderança sobre Flávio Bolsonaro em eventual 2º turno; vantagem diminui, mostra Genial/Quaest
Dólar fecha em alta ante real antes de anúncio de sanção dos EUA a embaixadora brasileira
Ibovespa fecha em queda com Itaú e Petrobras após superar 180 mil pontos
Lula e Putin discutem diesel, fertilizantes e cooperação estratégica, diz Planalto