País terá que escolher entre ajudar vulneráveis ou pagar precatórios sem parcelamento, diz Guedes
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BRASÍLIA (Reuters) - O país terá que fazer uma escolha entre ajudar vulneráveis ou pagar os precatórios de forma imediata, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta sexta-feira, reiterando que o governo precisa da ajuda do Congresso para viabilizar o reforço do Bolsa Família.
Em solenidade no Palácio do Planalto, Guedes disse que o governo recebeu comandos conflitantes. De um lado, é obrigado a pagar os precatórios "instantaneamente" e, de outro, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que o governo passe a pagar a partir do próximo ano a renda básica de cidadania.
"Se o próprio Supremo nos dá um comando para aumentar a base e o valor da renda básica, ou do auxílio emergencial, e nós estamos passando de 14 para 17 milhões (de beneficiados) e estamos passando (o valor do benefício) de 180 reais para quase 300 reais, ...esse comando conflita com o comando de pagar os precatórios instantaneamente, então nós temos que escolher", disse Guedes.
O ministro afirmou que aguarda então uma orientação do Supremo Tribunal Federal (STF), mas que conta também com a contribuição do Congresso com a aprovação da PEC dos Precatórios e da reforma do Imposto de Renda.
"O Congresso aprovando a PEC dos Precatórios e aprovando a reforma do Imposto de Renda, nós temos garantido o Bolsa Família subindo mais de 60%, bem mais do que subiu a comida, o combustível, tudo isso", disse Guedes.
(Por Isabel Versiani)
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