Petrobras confirma contratação de JPMorgan para assessorar venda de fatia na Braskem
![]()
SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras informou nesta segunda-feira que contratou o JPMorgan como assessor para vender suaparticipação na petroquímica Braskem.
A empresa confirmou reportagem da Reuters, publicada na última quinta-feira, com base em três fontes a par do assunto.
"A Companhia confirma que contratou o JP Morgan para assessoramento financeiro da eventual e futura transação referente à sua participação na Braskem", disse a Petrobras.
Na manhã de quinta-feira, executivos da Petrobrasdisseram em teleconferência com investidores que tinhamcontratado assessores para vender sua fatia na Braskem, sem darmais detalhes.
O conglomerado Novonor, antes conhecido como Odebrecht,retomou a venda do controle acionário da Braskem em abril, masaté agora não encontrou comprador.
Mesmo assim, Morgan Stanley, assessor da Novonor, recebeupropostas para alguns ativos da petroquímica. A empresa possuifábricas no Brasil, México e nos Estados Unidos.
Dada a complexidade de vender unidades da empresa paradiferentes compradores, a Petrobras decidiu contratar umconsultor para analisar possíveis negócios.
A Petrobras, que também tem interesse em vender suaparticipação na empresa, tem sido mais favorável a uma venda pormeio de uma oferta de ações, mas a Novonor, como acionistacontroladora, prefere uma venda do ativo porque busca um prêmiopor sua fatia controladora.
Em recuperação judicial, a Odebrecht precisa levantarrecursos para pagar seus credores.
Há dois anos, um acordo de venda da Braskem para a LyondellBasell Industries BV fracassou, pois a Braskem começou aenfrentar problemas ambientais relacionados às suas atividadesde mineração na cidade de Maceió (AL).
0 comentário
Trump diz acreditar que guerra contra Irã terminará “muito em breve”
Ibovespa recua mais de 1% por falta de sinalização do BC sobre juros, em dia cheio de balanços
Dólar contraria exterior e fecha em baixa no Brasil
Taxas dos DIs fecham em alta após decisão do Copom e sob influência externa
Acordo proposto para passagem pelo Estreito de Ormuz não é viável para setor de navegação, dizem fontes
Ibovespa recua com balanços e decisão de juros sob holofote