Preços do petróleo sobem mais de 3% à medida que diminuem os temores de exportações iranianas

Por Jessica Resnick-Ault
NOVA YORK (Reuters) - Os preços do petróleo subiram mais de 3% nesta segunda-feira, com um aumento na demanda alimentado pelas iniciativas de vacinação contra Covid-19, trazendo otimismo de que o mercado possa absorver qualquer petróleo iraniano que venha ao mercado se as negociações do Ocidente com Teerã levarem à suspensão das sanções.
Um declínio nas mortes devido à Covid-19 na Índia também reforçou as expectativas de que a demanda por petróleo poderia aumentar nas próximas semanas.
Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam em alta de 2,02 dólares, ou 3%, em 68,46 dólares o barril, enquanto o petróleo dos Estados Unidos (WTI) para julho fechou a 66,05 dólares o barril, uma alta de 2,47 dólares, ou 3,9%.
Os preços também aumentaram com as expectativas de que um novo acordo com o Irã é menos provável do que na semana passada, disse Bob Yawger, diretor de Futuros de Energia da Mizuho em Nova York.
O Irã e a agência de fiscalização nuclear da ONU estenderam em um mês um acordo de monitoramento expirado recentemente, afirmaram ambos os lados nesta segunda-feira, evitando o fracasso de negociações mais amplas voltadas a reviver o acordo nuclear de 2015 do Irã com potências mundiais.
Mesmo se volumes maiores de petróleo iraniano voltem ao mercado, é improvável que pare a queda nos estoques globais de petróleo, disse Stephen Brennock, da corretora de petróleo PVM.
(Reportagem adicional de Noah Browning e Jessica Jaganathan)
0 comentário
ANP aprova pagamento de R$740 mi à Petrobras referente à 1ª fase do subsídio ao diesel
Ibovespa recua e fecha abaixo de 170 mil pontos pressionado por Petrobras
Dólar sobe a R$5,0894 após nova pesquisa eleitoral e antes de decisões sobre juros
Petróleo cai 5% com expectativa de reabertura do Estreito de Ormuz
Ações ampliam alta enquanto investidores aguardam detalhes do acordo entre EUA e Irã
Lula abre vantagem de 12,5 pontos sobre Flávio em eventual segundo turno, diz CNT/MDA