Ibovespa abre semana em torno da estabilidade com CPI da Covid e ata do Fed no radar

O principal índice da Bovespa girava em torno da estabilidade na primeira hora de negócios desta segunda-feira, com investidores de olho em movimentos díspares nos mercados internacionais, em semana que deve ser marcada por importantes depoimentos na CPI da Covid e pela divulgação da ata da do Federal Reserve.
Às 10:38, o Ibovespa mostrava alta de 0,16%, a 122.070,91 pontos.
Em relatórios a clientes, gestores de recursos citaram nesta manhã a divulgação da ata da última reunião do FOMC, o comitê de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), que será divulgada na sexta-feira e dará mais detalhes sobre como o órgão encara o cenário de crescimento e inflação.
Os agentes também seguem de olho em números globais da contaminação pela Covid, especialmente na Ásia, e seus possíveis desdobramentos para a retomada da economia, como pontuou a equipe de pesquisa econômica do Bradesco nesta manhã.
No plano doméstico, o foco é na política, com depoimentos esperados na CPI da Covid-19 dos ex-ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Eduardo Pazuello (Saúde).
Entre os destaques da abertura, Cemig era uma das líderes de alta, após a elétrica estatal mineira ter divulgado na sexta-feira à noite que teve lucro líquido de 422,35 milhões de reais no primeiro trimestre, ante prejuízo de 68,1 milhões um ano antes.
O pregão marca as estreias da plataforma digital de profissionais autônomos Getninjas e da gestora de capital de risco G2D, controlada pelo fundo GP Investments.
0 comentário
Bolsonaro tem prisão domiciliar prorrogada por questões de saúde
Dólar acompanha exterior e cai ante o real em sessão com liquidez menor
Ibovespa avança e fecha acima de 174 mil pontos em pregão com volume reduzido sem Wall St
Taxas de DIs caem no Brasil após dados fracos da indústria em sessão sem os Treasuries
Exportações brasileiras de petróleo, minério de ferro e soja avançam em junho
Governo eleva projeção de superávit comercial do Brasil a US$90 bi em 2026 prevendo exportações mais fortes