Temores sobre pandemia pressionam mercados acionários europeus

As ações europeias fecharam em queda nesta quinta-feira, com temores sobre as restrições ao coronavírus na zona do euro provocando uma fuga das ações de energia e financeiras para empresas consideradas mais seguras durante o aumento da incerteza econômica.
O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,04%, a 1.630 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,07%, a 423 pontos.
As ações de petróleo e gás pressionaram o índice de referência devido aos preços mais fracos do petróleo, enquanto os bancos caíram em linha com as perdas nos rendimentos dos títulos.
O índice STOXX 600 recuou de máximas em 13 meses alcançadas na semana passada, com uma nova onda de infecções por coronavírus e novos lockdowns regionais ofuscando uma recuperação surpreendentemente forte na atividade empresarial de março.
As ações listadas em Londres apresentaram desempenho inferior ao de seus pares regionais, pois a União Europeia cogitou a possibilidade de bloquear embarques de vacinas para países com taxas de inoculação mais altas, como o Reino Unido, ou que não estão compartilhando as doses que produzem.
Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,57%, a 6.674,83 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 0,08%, a 14.621,36 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,09%, a 5.952,41 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,04%, a 24.218,55 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,41%, a 8.409,50 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 1,67%, a 4.763,81 pontos.
0 comentário
Rússia mata 17 pessoas em forte ataque com mísseis balísticos contra Ucrânia
Ações da China atingem maior cotação da semana com alta das ações do setor de chips
Lula mantém liderança sobre Flávio Bolsonaro em eventual 2º turno; vantagem diminui, mostra Genial/Quaest
Dólar fecha em alta ante real antes de anúncio de sanção dos EUA a embaixadora brasileira
Ibovespa fecha em queda com Itaú e Petrobras após superar 180 mil pontos
Lula e Putin discutem diesel, fertilizantes e cooperação estratégica, diz Planalto