Índices acionários da China recuam com preocupações por coronavírus

XANGAI (Reuters) - Os índices acionários da China recuaram nesta terça-feira uma vez que o ressurgimento dos casos de Covid-19 afetou o sentimento do mercado, com as ações de consumo discricionário e matérias-primas liderando as perdas.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 1,47%, enquanto o índice de Xangai teve perda de 0,83%.
O índice de start-ups ChiNext perdeu 2,1%, enquanto o STAR50 teve queda de 2,5%.
Liderando as perdas, o índice de consumo discricionário do CSI300 caiu 2,9%, enquanto o de matérias-primas recuou 2,7%.
A China está enfrentando o pior surto de Covid-19 desde março de 2020, com uma província registrando alta recorde diária de casos, no momento em que um painel independente que avalia a pandemia global disse que a China poderia ter agido mais vigorosamente para conter o surto inicial.
. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 1,39%, a 28.633 pontos.
. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 2,70%, a 29.642 pontos.
. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,83%, a 3.566 pontos.
. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 1,47%, a 5.437 pontos.
. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 2,61%, a 3.092 pontos.
. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 1,70%, a 15.877 pontos.
. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,18%, a 2.995 pontos.
. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 1,19%, a 6.742 pontos.
1 comentário
Etanol/Cepea: Preços ainda recuam, apesar do aumento na liquidez
Brasil registra déficit em conta corrente de US$2,33 bi em junho, diz BC
Preço do minério de ferro cai pela 3ª sessão seguida, impactado por manutenções nas siderúrgicas
Ações da China recuam para menor cotação em uma semana com queda do setor de tecnologia
Brasil apresenta pedido de consultas aos EUA na OMC sobre novas tarifas
Representante comercial dos EUA diz que últimas tarifas impostas por Trump não terão impacto econômico
Renato Luiz Hannisch Santa Maria - RS
Citando um trecho: "A China está enfrentando o pior surto de Covid-19 desde março de 2020, com uma província registrando alta recorde diária de casos, no momento em que um painel independente, que avalia a pandemia global, disse que a China poderia ter agido mais vigorosamente para conter o surto inicial"...
As notícias podem ser verdadeiras, mas, são utilizadas para "assustar" o mercado, com o objetivo de manipular os preços de produtos que são importados por eles. Além disso, quanto mais alarde, mais interferência nos valores das moedas de outros países. A China é player. Sabe jogar e, toda vez que quiser manipular o mercado irá utilizar notícias do vírus chinês a seu favor...