Raiz fiscal explica ajuste de prêmio nos títulos públicos, e não Selic a 2%, diz diretor do BC

Por Marcela Ayres
BRASÍLIA (Reuters) - O diretor de Política Monetária do Banco Central, Bruno Serra, avaliou nesta quarta-feira que a raiz fiscal está por trás do ajuste de prêmio nos títulos públicos, com os fundos de investimento de longo prazo, compradores cativos de LFTs, deixando de ser formadores de preços na margem.
Em live promovida pela Renascença DTVM e Panamby Capital, ele avaliou que a situação não deriva de uma insatisfação com a taxa Selic no nível atual de 2% ao ano, mas de uma mudança na estrutura de mercado que está levando para menos demanda por título público.
Segundo Serra, as LFTs, títulos pós-fixados atrelados à Selic, demoraram mais para ser reprecificadas porque são menos líquidas. Ele disse ainda que, apesar de início "um pouco mais abrupto", na margem o BC vê agora um movimento bastante mais comportado do que aquele que geraria preocupação.
0 comentário
Trump diz que EUA ficarão satisfeitos se Irã concordar em não possuir armas nucleares
Nasdaq lidera as perdas nas ações, com petróleo e custos de financiamento no foco
Trump suspende ataque ao Irã enquanto negociações continuam
Ibovespa fecha abaixo dos 177 mil pontos pressionado por Vale
Brasil pode realocar fluxos de exportações do agro em meio a acordo EUA-China
Dólar volta a fechar abaixo de R$5,00 após Trump adiar ataque contra o Irã