G20 deve dizer que perspectiva econômica está menos negativa e prometer manter ou elevar auxílio

Os líderes financeiros mundiais dirão na quarta-feira que as perspectivas para a economia global devastada pela pandemia estão menos negativas, uma vez que medidas já tomadas estão dando resultados, e prometerão fazer mais, se necessário, para apoiar uma recuperação, mostrou o esboço de sua declaração.
Ministros das finanças e chefes de bancos centrais das 20 maiores economias do mundo realizarão uma reunião virtual na quarta-feira para discutir os principais desafios econômicos globais diante da contração causada pela pandemia de Covid-19 este ano.
"A perspectiva está menos negativa, com a atividade econômica global mostrando sinais de recuperação conforme nossas economias foram gradualmente reabrindo e os impactos positivos de nossas singnificativas ações de política monetária começaram a se materializar", afirmou o esboço da declaração dos líderes financeiros do G20, visto pela Reuters.
"Vamos sustentar e fortalecer conforme necessário a nossa resposta de política monetária, considerando os diferentes estágios da crise, para garantir uma recuperação estável e sustentável", afirmou o documento.
Os líderes financeiros do G20, que entraram em confronto no passado sobre o comércio internacional --considerado motor do crescimento global-- disseram que não criariam novas barreiras a ele.
"Continuaremos a facilitar o comércio internacional, o investimento e a elevar a resiliência das cadeias de abastecimento para apoiar o crescimento, a produtividade, a inovação, a criação de empregos e o desenvolvimento", afirmou o esboço.
0 comentário
Trump diz que EUA ficarão satisfeitos se Irã concordar em não possuir armas nucleares
Nasdaq lidera as perdas nas ações, com petróleo e custos de financiamento no foco
Trump suspende ataque ao Irã enquanto negociações continuam
Ibovespa fecha abaixo dos 177 mil pontos pressionado por Vale
Brasil pode realocar fluxos de exportações do agro em meio a acordo EUA-China
Dólar volta a fechar abaixo de R$5,00 após Trump adiar ataque contra o Irã