PIB da zona do euro no 2º tri é revisado para ainda mas ainda tem contração histórica

A economia da zona do euro contraiu um pouco menos do que o calculado inicialmente no segundo trimestre, mas a queda ainda foi a mais forte já registrada uma vez que os gastos dos consumidores despencaram devido às restrições para contenção da Covid-19.
O Produto Interno Bruto (PIB) recuou 11,8% na comparação com o primeiro trimestre, e caiu 14,7% sobre o mesmo período do ano anterior, mostraram nesta terça-feira dados da agência europeia de estatítsicas, Eurostat.
As estimativas iniciais, informadas no final de julho, eram respectivamente de quedas de 12,1% e 15,0%.
A contração entre abril e junho, período em que as restrições devido ao coronavírus estavam em vigor em todo o continente, foi a mais forte desde que a série histórica começou em 1995.
Nos três primeiros meses do ano, a economia já havia contraído 3,7% na base trimestral e 3,2% na comparação anual.
Os gastos da família exerceram o maior peso, reduzindo 6,6 pontos percentuais do crescimento, seguidos pela formação bruta de capital fixo, com -3,8 pontos.
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