Índices acionários da China fecham praticamente estáveis com cautela antes de reunião EUA-China

Os índices acionários da China fecharam com pouca alteração nesta quinta-feira, uma vez que a cautela antes de uma reunião com os Estados Unidos esta semana para revisar o acordo comercial bilateral compensou a força nos papéis de agricultura devido a preocupações com a segurança alimentar.
Autoridades de EUA e China vão revisar a Fase 1 do acordo comercial e devem fazer queixas mútuas em uma relação cada vez mais tensa durante videoconferência em 15 de agosto.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,26%, enquanto o índice de Xangai teve variação positiva de 0,04%.
O subíndice do setor financeiro do CSI300 recuou 0,26%, o de consumo subiu 0,27%, o imobiliário perdeu 0,17% e o de saúde caiu 1,98%.
As ações das empresas agrícolas chinesas subiram devido a preocupações com a segurança alimentar do país diante do surto de coronavírus e do aumento das tensões EUA-China, disseram em nota analistas da TF Securities.
. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 1,78%, a 23.249 pontos.
. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,05%, a 25.230 pontos.
. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,04%, a 3.320 pontos.
. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,26%, a 4.635 pontos.
. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,21%, a 2.437 pontos.
. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,73%, a 12.763 pontos.
. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 1,28%, a 2.595 pontos.
. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,67%, a 6.091 pontos.
0 comentário
Dólar cai pela terceira sessão consecutiva em dia positivo para ações no Brasil
Ibovespa fecha em alta firme com impulso de blue chips
Trump ameaça infraestrutura iraniana após Houthis bloquearem via estratégica no Mar Vermelho
Petróleo sobe mais de 3% e fecha na máxima em seis semanas com tensões no Oriente Médio
Empresas afetadas por tarifaço terão acesso a socorro de R$ 18,5 bi
Ataques do Irã a instalações da CIA levantam questões sobre possível papel da Rússia