Credores da Argentina se unem sobre acordo da dívida enquanto governo resiste

Por Adam Jourdan e Karin Strohecker e Marc Jones
BUENOS AIRES/LONDRES (Reuters) - O governo da Argentina rejeitou na segunda-feira uma contraproposta dos três principais grupos de credores do país para reformulação de cerca de 65 bilhões de dólares em dívida externa, dobrando sua própria oferta "final" à medida que os detentores de títulos parecem se unir.
O ministro da Economia do país, Martín Guzmán, disse que a última oferta de reestruturação da dívida, a primeira oferecida pelos três grupos em conjunto, reflete uma "falta de entendimento" das limitações enfrentadas pelo país sul-americano em crise.
"Aceitar o que alguns credores pedem significaria sujeitar a sociedade argentina a mais angústia", disse Guzmán em comunicado. "Isso implicaria, por exemplo, o ajuste de aposentadorias, e não faremos isso."
Os dois lados estão tentando chegar a um acordo para reestruturar cerca de 65 bilhões de dólares em dívida externa antes do prazo estabelecido pelo governo de 4 de agosto, procurando evitar um impasse legal prolongado depois que a Argentina, afetada pela recessão, entrou em default em maio.
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