Chefe do Banco Mundial pede mais participação do setor privado no alívio da dívida pelo G20

Por Andrea Shalal
WASHINGTON (Reuters) - A iniciativa de alívio da dívida do Grupo das 20 principais economias para os países mais pobres do mundo fez um bom progresso, mas é necessário um alívio adicional e uma maior participação dos credores do setor privado, disse o presidente do Banco Mundial, David Malpass, na segunda-feira.
Malpass disse à Reuters em entrevista que 35 dos 73 países elegíveis estavam participando da iniciativa do G20, que congelará os pagamentos do serviço da dívida nas dívidas bilaterais oficiais até o final do ano, e mais manifestaram interesse.
A Iniciativa de Suspensão do Serviço da Dívida liberará 12 bilhões de dólares que os países poderão usar para lidar com os problemas de saúde e econômicos causados pelo coronavírus, mostrou um novo banco de dados do Banco Mundial.
Malpass disse que a pandemia claramente causou "um retrocesso muito sério e duradouro" à economia global, que atingiu especialmente os países mais pobres.
O alívio acordado pelos membros do G20 e pelo Clube de Paris de credores oficiais em abril estava ajudando, mas serão necessárias outras medidas para evitar que a crise econômica aumente as taxas de pobreza, disse ele.
0 comentário
Taxas dos DIs caem após IPCA abaixo do esperado em junho
Ibovespa avança na abertura após IPCA abaixo esperado
Autoridades do Fed se preocupam com risco inflacionário e avaliam aumentos nas taxas de juros
Dólar opera perto da estabilidade ante o real após dados de inflação
IPCA desacelera mais que o esperado em junho com queda de alimentos e tem menor nível em 8 meses
Escalada entre EUA e Irã pode ameaçar superávit no mercado de petróleo em 2027, diz AIE