Zona do euro deve dar toques finais a linha de crédito para governos afetados por pandemia

Os ministros das Finanças da zona do euro esperam concordar na sexta-feira sobre os detalhes finais das linhas de crédito do fundo de resgate ESM para os governos que precisam de dinheiro barato para lidar com a pandemia de coronavírus, para que o dinheiro possa estar disponível a partir de junho.
A ferramenta de apoio em resposta à pandemia é o principal tópico da agenda da videoconferência entre ministros dos 19 países que compartilham o euro, que também discutirá as previsões econômicas da Comissão Europeia e teleconferências anteriores do G7.
"Estou otimista de que o Eurogrupo estará em posição de endossar os documentos relevantes na sexta-feira, e os órgãos do Mecanismo Europeu de Estabilidade se reunirão na próxima semana para adotá-los formalmente, para que o instrumento esteja pronto para uso a partir de 1º de junho", disse uma autoridade sênior da zona do euro.
Já há consenso de que o Mecanismo Europeu de Estabilidade (ESM) deve oferecer linhas de crédito, quase sem restrições, de cerca de 2% do PIB do país solicitante, a custos de empréstimo muito atrativos.
Os ministros precisam concordar sobre o vencimento de tais empréstimos e seus preços exatos, além de formalizar as condições atreladas a eles: que o dinheiro seja gasto direta ou indiretamente no enfrentamento da crise da saúde que colocou a maioria dos países da UE em quarentena.
Eles também precisam concordar sobre quanto tempo a linha de crédito ficará aberta para solicitações. Algumas autoridades disseram que isso depende da duração provável da pandemia e pode levar de dois a três anos, com uma opção de prorrogação
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