Reino Unido anuncia estímulo fiscal de 30 bi de libras, em reação a coronavírus

O Reino Unido vai adotar medidas de estímulo fiscal no total de 30 bilhões de libras para combater os efeitos da epidemia do novo coronavírus, como parte de seu projeto orçamentário, anunciou hoje o ministro de Finanças do país, Rishi Sunak.
Os incentivos fiscais, que representam um dos pacotes mais abrangentes "de qualquer parte", preveem uma injeção de capital de 2 bilhões de libras para 700 mil pequenas empresas, isenção de impostos para negócios nas áreas de recreação, lazer e varejista e a eliminação de determinadas taxas para lojas, cinemas e restaurantes.
Ecoando o que havia dito mais cedo o presidente do Banco da Inglaterra (BoE, pela sigla em inglês), Mark Carney, Sunak previu que o impacto do coronavírus na economia britânica será significativo, mas temporário. "Nossa capacidade produtiva vai encolher por um período", disse o ministro.
Mais cedo, o BoE anunciou um corte extraordinário de 0,50 ponto porcentual em sua taxa básica, para 0,25%.
O plano também prevê a cobertura de custos com afastamento por doença de empresas com menos de 250 funcionários e injetará 500 milhões de libras no sistema previdenciário.
Sunak disse que a resposta do governo britânico ao coronavírus será "temporária, oportuna e coordenada". Embora o Reino Unido conte com uma economia robusta e finanças saudáveis, o governo fará o que for necessário para sustentá-la, acrescentou.
Sunak afirmou também que o governo britânico vai gastar 600 bilhões de libras nos próximos cinco anos e que os investimentos públicos atingirão o nível mais alto desde 1955. Fonte: Dow Jones Newswires.
0 comentário
Dólar fecha em queda no Brasil, a R$4,8961, em linha com exterior
Ibovespa avança com balanços sob holofote e exterior favorável, mas tem quarta semana negativa
Taxas dos DIs caem acompanhando exterior com dados de emprego dos EUA e guerra no radar
EUA atacam navios do Irã em Ormuz; Teerã fala em ‘confrontos esporádicos’
Produção e vendas de veículos no Brasil recuam em abril ante março
Mudança na formação de preços de energia poderia elevar encargo ao consumidor, diz Engie