Petróleo cai mais de 1% com temores relacionados à demanda chinesa
![]()
Por Arathy Somasekhar
HOUSTON (Reuters) - Os preços do petróleo fecharam em queda de mais de 1% nesta terça-feira, o terceiro dia consecutivo de perdas, devido a preocupações de que a desaceleração da economia chinesa prejudique a demanda.
As quedas, entretanto, foram contidas por um consenso crescente de que o Federal Reserve dos Estados Unidos poderá começar a reduzir sua taxa de juros já em setembro.
As taxas de juros mais baixas diminuem o custo dos empréstimos, o que pode impulsionar a atividade econômica e a demanda por petróleo.
Os futuros do Brent fechou em queda de 1,12 dólar, ou 1,3%, a 83,73 dólares o barril, enquanto o petróleo West Texas Intermediate (WTI) dos EUA caiu 1,15 dólar, ou 1,4%, a 80,76 dólares.
"Os dados econômicos mais fracos continuam a fluir da China, uma vez que os programas de apoio governamental contínuos têm sido decepcionantes, com muitas das refinarias da China a reduzirem (atividades) diante de uma procura mais fraca por combustível", disse Dennis Kissler, vice-presidente sênior de comércio da BOK Financial.
A segunda maior economia do mundo cresceu 4,7% entre abril e junho, mostraram dados oficiais, a taxa mais lenta desde o primeiro trimestre de 2023 e abaixo de uma previsão de 5,1% em uma pesquisa da Reuters. Desacelerou em relação à expansão de 5,3% do trimestre anterior, prejudicada por uma recessão imobiliária prolongada e pela insegurança no emprego.
(Reportagem de Arathy Somasekhar em Houston, Paul Carsten em Londres e Arunima Kumar em Bengaluru e Trixie Yap em Cingapura)
0 comentário
Petróleo fecha com alta de 1%, enquanto ataques entre EUA e Irã ameaçam abastecimento
TRF-1 derruba liminar e mantém imposto de 12% sobre exportação de petróleo
Produção de petróleo do Brasil bate recorde pelo 2º mês consecutivo em julho
Justiça derruba liminar que suspendia imposto de exportação de petróleo
Acordo petrolífero de Trump com Venezuela gera preocupações em alguns produtores, dizem fontes
Dois petroleiros que transportavam petróleo saudita são atacados no Estreito de Ormuz