Imposto sobre exportação de petróleo é "preocupante", diz chefe da Shell
![]()
HOUSTON (Reuters) - O presidente da Shell Plc's no Brasil disse nesta segunda-feira que um imposto temporário estabelecido em março sobre a exportação de petróleo é um desenrolar preocupante que pode prejudicar a atratividade de investimentos do país.
O governo brasileiro afirmou em março que o imposto temporário de quatro meses compensaria sua decisão de manter parcialmente a isenção de impostos sobre combustíveis para os consumidores e ajudaria a atingir as metas fiscais do país.
"Este é um precedente preocupante, mas espero que seja temporário e isolado para manter o Brasil como uma província competitiva no longo prazo", disse Cristiano Pinto da Costa em discurso na Conferência de Tecnologia Offshore em Houston.
O Brasil não deve adicionar "carga tributária a uma indústria que já está exposta", acrescentou.
A Shell tem 17 plataformas flutuantes atualmente produzindo petróleo e gás no Brasil e é a maior produtora do país depois da estatal Petrobras.
Grandes petrolíferas, incluindo Shell, TotalEnergies SE e Equinor ASA entraram com um pedido de liminar contra o imposto em março.
(Reportagem de Sabrina Valle)
0 comentário
Petróleo sobe US$3 com Irã analisando veto a navios dos EUA e Israel em Ormuz
Petrobras reduziu utilização de refinarias para 98% em agosto, diz diretor
Petróleo cai 7% e atinge menor cotação em três semanas após Trump cancelar ataque ao Irã
Brasil registra novo recorde na produção de petróleo em junho, aponta ANP
Petróleo recua com expectativa de retomada diplomática
Petróleo fecha com alta de mais de 1% e registra maior ganho mensal desde março