Preços do petróleo estendem alta e avançam mais de 1% com recuperação na demanda dos EUA
![]()
Por Stephanie Kelly
NOVA YORK (Reuters) - Os preços do petróleo subiram mais de 1% nesta quarta-feira, estendendo ganhos pela terceira sessão, após dados do governo dos Estados Unidos mostrarem que a demanda por combustível avançou para a máxima desde o início da pandemia da Covid-19.
O Brent teve alta de 1,20 dólar, ou 1,7%, para fechar em 72,25 dólares o barril. O petróleo dos EUA (WTI) subiu 0,82 dólar, ou 1,2%, para fechar em 68,36 dólares o barril.
Os contratos futuros da gasolina dos EUA avançaram 5,5% para fechar em 2,3008 dólares o galão. Durante a sessão, os preços atingiram 2,3026 dólares o galão, a máxima desde 12 de agosto.
A média de quatro semanas para o produto total fornecido pelos EUA, um indicador da demanda de combustível, subiu para quase 21 milhões de barris por dia, a máxima desde março de 2020, quando os governos começaram a impor restrições relacionadas à pandemia, mostraram dados da Administração de Informações de Energia dos EUA (AIE) para a última semana. [EIA/S]
As refinarias aumentaram a produção para 92,4% de capacidade operacional, a máxima desde o fim de junho, ajudando a levar os estoques do petróleo dos EUA para mínima desde janeiro de 2020.
Na semana passada, os estoques de petróleo recuaram 3 milhões de barris para 432,6 milhões de barris, o menor patamar desde janeiro de 2020, disse a AIE.
(Por de Stephanie Kelly em Nova York; reportagem adicional de Ron Bousso e Ahmad Ghaddar em Londres, Roslan Khasawneh em Cingapura e Sonali Paul em Melbourne)
0 comentário
Produção de petróleo do Brasil bate recorde pelo 2º mês consecutivo em julho
Justiça derruba liminar que suspendia imposto de exportação de petróleo
Acordo petrolífero de Trump com Venezuela gera preocupações em alguns produtores, dizem fontes
Dois petroleiros que transportavam petróleo saudita são atacados no Estreito de Ormuz
Petróleo fecha com alta de mais de 2,5% enquanto EUA e Irã retomam ataques militares
Preço do petróleo sobe mais de 3% com retomada dos ataques militares entre EUA e Irã