Clima nos EUA pesa no mercado e milho se valoriza quase 4% em Chicago nesta segunda-feira

B3 acompanha e sobe até 1,4% no primeiro pregão da semana
Publicado em 06/07/2026 13:38

Logotipo Notícias Agrícolas

Os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT) seguem em disparada nesta segunda-feira (6), com as principais referências registrando avanços de dois dígitos por volta das 13h20 (horário de Brasília). 

O vencimento julho/26 era cotado a US$ 4,40 com valorização de 15,75 pontos, o setembro/26 valia US$ 4,37 com alta de 14,25 pontos, o dezembro/26 era negociado por US$ 4,57 com ganho de 15,50 pontos e o março/27 tinha valor de US$ 4,71 com elevação de 15,50 pontos. 

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os contratos futuros de milho dispararam com as previsões de tempo quente e seco estendendo-se até a segunda quinzena de julho, alimentando a preocupação com a interrupção da fase crítica de polinização da safra.  

“As previsões de longo prazo também indicam um clima mais seco para a região oeste do Cinturão do Milho. As previsões não parecem extremas o suficiente para impulsionar uma alta prolongada nos preços dos grãos devido ao clima, mas os especuladores acumularam uma posição vendida considerável nos contratos futuros de milho e provavelmente estão vendo muitas de suas posições vendidas serem liquidadas à medida que os gráficos se tornam mais otimistas e sinais de formação de um fundo se consolidam”, aponta Bruce Blythe, analista do Farm Futures. 

Mercado Interno 

Na Bolsa Brasileira (B3) os preços futuros do milho também se mantiveram no campo positivo ao longo da primeira parte desta segunda-feira. As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 64,75 e R$ 75,18 por volta das 13h28 (horário de Brasília). 

O vencimento julho/26 era cotado a R$ 64,75 com alta de 0,54%, o setembro/26 valia R$ 67,99 com valorização de 1,48%, o janeiro/27 era negociado por R$ 73,74 com elevação de 0,57% e o março/27 tinha valor de R$ 75,18 com ganho de 0,13%. 

Já segue nosso Canal oficial no WhatsApp? Clique Aqui para receber em primeira mão as principais notícias do agronegócio
Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

0 comentário