Cotações do milho registram valorizações em Chicago nesta quarta-feira

B3 também opera no campo positivo nesta manhã
Publicado em 01/07/2026 10:59

Logotipo Notícias Agrícolas

A quarta-feira (1) começa com os preços internacionais do milho futuro operando no campo positivo da Bolsa de Chicago (CBOT), registrando avanços por volta das 10h41 (horário de Brasília). 

O vencimento julho/26 era cotado a US$ 4,21 com valorização de 8,25 pontos, o setembro/26 valia US$ 4,24 com alta de 7,25 pontos, o dezembro/26 era negociado por US$ 4,43 com ganho de 7,50 pontos e o março/27 tinha valor de US$ 4,58 com elevação de 7,50 pontos. 

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os contratos futuros de milho ampliaram os ganhos de terça-feira, após um número de estoques menor do que o esperado ter ajudado a atenuar o impacto negativo de um aumento inesperado, ainda que pequeno, na estimativa de área plantada do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).  

“Os fundos de investimento entraram no mercado com posições vendidas em milho antes da divulgação dos resultados, mas compraram ativamente na terça-feira, com compras líquidas estimadas em cerca de 45.000 contratos futuros. As compras por fundos diminuíram no final da terça-feira, mas a alta adicional dos preços hoje pode renovar as esperanças de que um piso de preços de curto prazo esteja próximo”, aponta Bruce Blythe, analista do Farm Futures. 

Mercado Interno 

Os preços futuros do milho também operavam no campo positivo da Bolsa Brasileira (B3) na parte da manhã desta quarta-feira. As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 64,95 e R$ 75,17 por volta das 10h56 (horário de Brasília). 

O vencimento julho/26 era cotado a R$ 64,95 com valorização de 0,31%, o setembro/26 valia R$ 68,28 com alta de 0,12%, o janeiro/27 era negociado por R$ 73,81 com elevação de 0,24% e o março/27 tinha valor de R$ 75,17 com ganho de 0,13%. 

Relembre como fechou o mercado na última terça-feira (30):

+ Milho sobe 2,6% em Chicago após relatório do USDA desta terça-feira, mas ainda acumula desvalorização de até 8,5% em junho

Já segue nosso Canal oficial no WhatsApp? Clique Aqui para receber em primeira mão as principais notícias do agronegócio
Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

0 comentário