Futuros do milho passam a subir em Chicago após USDA reduzir estoques dos EUA nesta terça-feira
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Os preços internacionais do milho futuro passaram a registrar movimentações positivas na Bolsa de Chicago (CBOT) após a divulgação do novo relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta terça-feira.
Por volta das 13h17 (horário de Brasília), o vencimento julho/26 era cotado a US$ 4,10 com valorização de 8 pontos, o setembro/26 valia US$ 4,15 com alta de 5,50 pontos, dezembro/26 era negociado por US$ 4,33 com elevação de 3,25 pontos e o março/27 tinha valor de US$ 4,48 com ganho de 3,50 pontos.
A atualização dos estoques trimestrais de grãos dos Estados Unidos dos USDA apontou volume de 134 milhões de toneladas, enquanto a média esperada pelos traders era de 137,37 milhões. Em março, o número era de 229,22 milhões e, em 1º de junho de 2025, de 117,94 milhões de toneladas.
Já com relação a área plantada para a safra 2026/27, o Departamento apontou semeadura de 38,57 milhões de hectares, contra a média do intervalo esperado pelos traders de 38,44. O número é o mesmo de março, mas menor do que a área da safra anterior, de 39,98 milhões de hectares.
Mercado Interno
Os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3) acompanharam a força internacional e passaram o subir nesta terça-feira. As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 64,50 e R$ 75,00 por volta das 13h35 (horário de Brasília).
O vencimento julho/26 era cotado a R$ 64,50 com baixa de 0,17%, o setembro/26 valia R$ 67,77 com alta de 0,21%, o janeiro/27 era negociado por R$ 73,67 com elevação de 0,03% e o março/27 tinha valor de R$ 75,00 com ganho de 0,01%.
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