Apesar de fortes altas em Chicago, milho fecha mais uma vez em queda na B3
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Apesar das fortes altas do milho na Bolsa de Chicago - de quase 2% - os futuros do cereal na B3 registrou novas baixas nesta quarta-feira (15). As perdas variaram de 0,6% a 1,5%, levando o maio a R$ 66,27 e o setembro a R$ 68,25 por saca.
O mercado futuro brasileiro segue pressionado por uma combinação de fatores, entre eles o dólar ainda baixo e abaixo dos R$ 5,00, o desenvolvimento do plantio da safrinha e a conclusão da safra de verão.
"A safrinha está praticamente plantada, com boas condiçoes no Mato Gorsso, mas pontos de estresse hídrico no Paraná e danos pontuais em Goiás", afirma a Agrinvest Commodities.
Ontem, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) revisou para cima, apesar destas preocupações pontuais, sua estimativa para a segunda safra de milho para 109,1 milhões de toneladas. Para alguns analistas e consultores de mercado, este seria um otimismo "exagerado" para a safrinha, mas que ainda pesa sobre as cotações.
No interior, as referências também cedem e sentem, principalmente, o peso do câmbio.
"O mercdo físico sinaliza pouca liquidez e sem fechamento de negócios relevantes na exportação. MS, GO, TO, PR e SP mostram o mercado travado, com indústrias e cerealistas sem urgência na originação", complementa a Agrinvest Commodities.
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