Com plantio dos EUA começando, milho abre a 3ªfeira recuando em Chicago
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A terça-feira (7) começa com movimentações negativas para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT).
O vencimento maio/26 era cotado a US$ 4,53 com queda de 1 ponto, o julho/26 valia US$ 4,64 com desvalorização de 1 ponto, o setembro/26 era negociado por US$ 4,68 com perda de 0,75 ponto e o dezembro/26 tinha valor de US$ 4,82 com baixa de 0,50 ponto.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os contratos futuros de milho caíram durante a noite, mesmo com a crescente preocupação com a escalada da guerra no Oriente Médio, o que levou o petróleo bruto a se aproximar dos níveis mais altos desde meados de 2022.
“A incerteza em relação à guerra continua pairando sobre os grãos, mas a recente fraqueza nos preços do milho sugere que o mercado está se desvinculando cada vez mais do petróleo e mudando o foco para o clima da primavera e o plantio. Os especuladores mantêm fortes apostas de alta nos contratos futuros de milho, que serão difíceis de sustentar à medida que o plantio se intensifica, a menos que as hostilidades com o Irã piorem drasticamente e o petróleo bruto estenda sua alta acima de US$ 120”, avalia Bruce Blythe, analista do Farm Futures.
No final da última segunda-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou sua primeira atualização de plantio para a nova safra dos EUA, com 3% da área de milho já semeada.
Mercado Interno
Na Bolsa Brasileira (B3), os preços futuros do milho iniciaram as atividades desta terça-feira com movimentações no campo misto. As principais cotações flutuavam na fiaxa entre R$ 70,61 e R$ 75,90 por volta das 10h07 (horário de Brasília).
O vencimento maio/26 era cotado a R$ 71,17 com ganho de 0,23%, o julho/26 valia R$ 70,61 com perda de 0,13%, o setembro/26 era negociado por R$ 72,24 com baixa de 0,36% e o janeiro/27 tinha valor de R$ 75,90 com queda de 0,26%.
Relembre como fechou o mercado na última segunda-feira (6):
+ Cotação do milho fecha 2ªfeira com ganhos em Chicago após dados de exportação dos EUA
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