Milho fecha em alta em Chicago, enquanto B3 termina o dia em campo misto nesta 3ª
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Os preços do milho encerraram a terça-feira (24) com comportamentos distintos entre os mercados internacional e brasileiro, refletindo fatores técnicos e fundamentos próprios de cada praça.
BOLSA DE CHICAGO
Na Bolsa de Chicago, os futuros do cereal registraram leves oscilações ao longo do dia, mas conseguiram sustentar ganhos moderados no fechamento, mantendo o movimento positivo recente. Os contratos mais negociados terminaram o dia com ganhos de 2 a 3 pontos, levando o maio a US$ 4,62 e o julho a US$ 4,72 por bushel.
As cotações seguiram apoiadas por um cenário de demanda consistente e pela valorização de outras commodities agrícolas, além de ajustes técnicos após as perdas observadas em sessões anteriores.
O mercado chegou a subir mais ao longo do dia, apoiado em ganhos que testaram os preços do farelo de soja - que inverteu o sinal e terminou a sessão com mais de 1% de queda - e o trigo, com as commodities agrícolas ainda muito influenciadas pelas energias, em especial o petróleo, em função dos conflitos no Oriente Médio.
B3
Já no Brasil, o mercado futuro do milho na B3 teve um dia mais contido. Os contratos oscilaram pouco e encerraram o pregão em campo misto, com leves oscilações, como foi registrado o dia todo. Enquanto o maio perdeu 0,14% e fechou com R$ 71,91 por saca, o setembro subiu 0,28% para R$ 71,50.
"O milho tem nível alto na B3, enquanto o mercado físico segue firme. A liquidez segue baixa, com produtores focados no campo e em poucos negócios. Compradores tentam recompor estoques, mas com postura cautelosa", afirma a equipe da Agrinvest Commodities. "Riscos logísticos e incertezas geopolíticas mantêm o mercado travado".
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