Cotações do milho aprofundam perdas em Chicago nesta segunda-feira
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As movimentações negativas dos preços internacionais do milho futuro seguem presentes na Bolsa de Chicago (CBOT) ao longo desta segunda-feira (16), amplificando a força dos recuos por volta das 13h05 (horário de Brasília).
O vencimento maio/26 era cotado a US$ 4,55 com desvalorização de 12,25 pontos, o julho/26 valia US$ 4,67 com perda de 11 pontos, o setembro/26 era negociado por US$ 4,68 com baixa de 10,75 pontos e o dezembro/26 tinha valor de US$ 4,81 com queda de 9,75 pontos.
“Os contratos futuros de grãos e oleaginosas começaram a semana em baixa, com a soja liderando os recuos em meio à realização de lucros e novas dúvidas sobre a demanda chinesa”, afirmou o The Brock Report.
O site internacional Successful Farming destaca que o presidente Donald Trump ameaçou no domingo adiar sua cúpula com Xi Jinping, da China, no final do mês, caso a China não ajude a reabrir o Estreito de Ormuz.
"É justo que aqueles que se beneficiam do estreito ajudem a garantir que nada de ruim aconteça ali, disse Trump no domingo, em entrevista ao Financial Times. Embora o governo chinês não tenha respondido oficialmente ao pedido, a mídia estatal descartou a sugestão. Os principais negociadores de cada país estão reunidos hoje em Paris para definir os preparativos para a cúpula, e a Reuters informa, por meio de fontes não identificadas, que as negociações até o momento estão "notavelmente estáveis".
Mercado Interno
Na Bolsa Brasileira (B3), os preços futuros do milho também se mantiveram no campo negativo ao longo das atividades desta segunda-feira. As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 71,36 e R$ 74,99 por volta das 13h21 (horário de Brasília).
O vencimento maio/26 era cotado a R$ 74,99 com queda de 0,40%, o julho/26 valia US$ 71,36 com perda de 0,15% e o setembro/26 tinha valor de R$ 71,51 com baixa de 0,60%.
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