USDA aumenta estoques de milho e cotações despencam dois dígitos em Chicago
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O tão aguardado relatório de oferta e demanda mundial do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) foi divulgado nesta segunda-feira (12) e trouxe reflexos imediatos nas movimentações dos preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT), que registravam fortes recuos por volta das 14h12 (horário de Brasília).
O vencimento março/26 era cotado a US$ 4,32 com desvalorização de 13,75 pontos, o maio/26 valia US$ 4,40 com perda de 13,75 pontos, o julho/26 era negociado por US$ 4,46 com baixa de 14,50 pontos e o setembro/26 tinha valor de US$ 4,43 com queda de 10,25 pontos.
Os números do Departamento elevaram os estoques trimestrais de milho dos Estados Unidos de 306,72 milhões de toneladas em dezembro para 337,38 milhões, a média projetada pelo mercado era de 329,25 milhões.
Assim os estoques finais para safra 25/26 dos EUA ficaram em 56,57 milhões de toneladas, contra as 51,54 milhões projetadas em dezembro e as 50,09 estimadas pelo mercado.
Os estoques finais globais da safra 2025/26 também cresceram, saindo de 279,15 milhões de toneladas previstas em dezembro para 290,91 milhões, enquanto o mercado esperava média de 279,62 milhões.
Mercado Interno
Por volta das 14h14 (horário de Brasília), os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3) operavam na contramão, registrando avanços para as principais cotações.
O vencimento janeiro/26 era cotado a R$ 69,20 com valorização de 0,68%, o março/26 valia R$ 73,09 com ganho de 0,27%, o maio/26 era negociado por R$ 72,40 com elevação de 0,07% e o julho/26 tinha valor de R$ 70,36 com alta de 0,06%.
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