Demanda sustenta o milho, mas Chicago se movimenta pouco esperando o USDA da semana que vem
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A Bolsa de Chicago (CBOT) segue registrando pouca movimentação para os preços internacionais do milho futuro ao longo desta quinta-feira (8). As principais cotações contabilizavam apenas pequenos avanços por volta das 12h44 (horário de Brasília).
O vencimento março/26 era cotado a US$ 4,47 com alta de 0,50 ponto, o maio/26 valia US$ 4,55 com elevação de 1 ponto, o julho/26 era negociado por US$ 4,61 com valorização de 1,50 ponto e o setembro/26 tinha valor de US$ 4,54 com ganho de 1,50 ponto.
Segundo a análise do site internacional AgMarket.Net, o suporte para os futuros do milho segue vindo da demanda. “O ritmo atual das exportações sugere que o USDA precisará aumentar sua estimativa anual”.
Porém, o mercado segue aguardando a divulgação do novo relatório de oferta e demanda do USDA, marcada para segunda-feira (12), o que limita qualquer movimentação mais forte.
“Os fundos estão praticamente neutros em suas posições e aguardam o relatório de produção agrícola de 12 de janeiro. Os contratos futuros de milho para março estão sendo negociados acima da média móvel de 200 dias, então veremos por quantos dias conseguiremos fechar acima dessa média”.
Mercado Interno
Os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3) também se mantêm como estavam pela manhã, com movimentações negativas nesta quinta-feira. As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 68,87 e R$ 72,57 por volta das 13 horas.
O vencimento janeiro/26 era cotado a R$ 68,87 com queda de 0,19%, o março/26 valia R$ 72,57 com desvalorização de 0,68%, o maio/26 era negociado por R$ 72,16 com perda de 0,48% e o julho/26 tinha valor de R$ 70,46 com baixa de 0,07%.
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