Milho tem novas altas fortes na B3 nesta 3ª feira, puxado pelo clima sob alerta e demanda forte
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Os preços do milho negociados na B3 registram novas e boas altas na sessão desta terça-feira (2). As cotações subiam de 0,4% a 1,02% no início da tarde de hoje, levando o janeiro a R$ 74,98 e o março a R$ 76,60 por saca. No julho, já trazendo referência à safrinha 2026, os contratos testam os R$ 71,30 buscando os R$ R$ 72,00 por saca.
O mercado futuro brasileiro sobe com o apoio tanto da demanda - em especial a demanda interna, pelo setor do etanol, principalmente - como pela preocupação com o clima. A safra de verão está em desenvolvimento, a colheita está próxima, porém, algumas adversidades já começam a tirar parte do potencial produtivo das lavouras, como explicam os especialistas.
Há ainda um suporte importante dos preços do cereal no mercado interno brasileiro, os quais também estão valorizados. E os ganhos se dão memso diante das baixas que o dólar exibe frente ao real nesta terça-feira. A moeda americana, por volta de 13h05 (horário de Brasília), recuava 0,34% para R$ 5,34.
BOLSA DE CHICAGO
Na Bolsa de Chicago, os preços também sobem, mas testando ganhos mais tímidos. As altas dos principais vencimentos variavam de 1,75 a 2,75 pontos, levando o dezembro a US$ 4,35 e o julho a US$ 4,60 por bushel.
Segundo afirmam os analistas internacionais do portal Farm Futures, a demanda forte pelo milho norte-americano para exportação ainda atua como um combustível forte para as cotações na CBOT. Sobem também os futuros do trigo em Chicago, o que também ajuda a puxar os preços do milho.
O mercado também já entra em um ritmo mais contido, com movimentações técnicas diante do período de festas de final de ano, perdendo um pouco mais de força, ao passo em que também vai se alinhando antes da chegada do novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).
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