Milho inverte o sinal, acompanha demais mercados e fecha em queda na Bolsa de Chicago
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O mercado do milho na Bolsa de Chicago acompanhou a baixa dos demais produtos e fechou a quinta-feira (20) no vermelho. Os preços terminaram o dia com perdas de 3,25 a 4 pontos nos principais contratos, levando o dezembro a US$ 4,26 e o maio a US$ 4,45 por bushel.
Os futuros do cereal devolveram os pequenos ganhos registrados mais cedo, acompanhando perdas na soja, no trigo e, principalmente, no farelo de soja, que encerrou a sessão com perdas de mais de 1% na CBOT. O petróleo também cedeu - depois de subir mais cedo - e compartilhou para o fechamento negativo.
Depois da divulgação de alguns dados da economia norte-americana, a aversão ao risco parece ter sido ampliada entre os ativos e muitos mercados que subiam, passaram a recuar, ajustando suas posições. Não só as commodities caíram, como também os índices acionários norte-americanos.
Ao mesmo tempo, o dólar index passou para o campo positivo, porém, conclui os negócios com estabilidade.
O que ajudou a limitar as perdas do milho em Chicago nesta quinta-feira foram, no entanto, os números das vendas semanais para exportação reportados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), os quais vieram dentro das expectativas do mercado.
As vendas semanais foram de 2,260 milhões de toneladas, também dentro das expectativas do mercado de 1,4 milhão a 2,5 milhões de toneladas do cereal. Com este volume, o total já vendido pelos americanos em todo ano comercial chega a 29,384 milhões de toneladas, 66% a mais do que já um ano.
Para toda a temporada, a projeção do departamento americano é de que as exportações dos EUA do grão somem 75,57 milhões de toneladas.
No Brasil, os negócios permaneceram estagnados nesta quinta-feira - tanto no interior, quanto na B3, já que comemorou-se o feriado do Dia da Consciência Negra neste 20 de novembro.
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