Compras técnicas elevação cotações do milho em Chicago nesta quinta-feira
![]()
Os preços futuros do milho seguem operando no campo misto da Bolsa Brasileira (B3) ao longo desta quinta-feira (25). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 66,38 e R$ 71,80 por volta das 12h49 (horário de Brasília).
O vencimento novembro/25 era cotado a R$ 66,38 com alta de 0,30%, o janeiro/26 valia R$ 69,21 com ganho de 0,30%, o março/26 era negociado por R$ 71,80 com queda de 0,03% e o maio/26 tinha valor de R$ 70,69 com baixa de 0,16%.
Mercado Externo
Já os preços internacionais dom milho futuro permanece no campo positivo da Bolsa de Chicago (CBOT) ao longo do pregão desta quinta-feira.
O vencimento dezembro/25 era cotado a US$ 4,26 com valorização de 2 pontos, o março/26 valia US$ 4,42 com alta de 1,75 pontos, o maio/26 era negociado por US$ 4,51 com ganho de 1,50 ponto e o julho/26 tinha valor de US$ 4,57 com elevação de 1,50 ponto.
Segundo informações do site internacional Successful Farming, as valorizações aparecerem seguindo movimentações de cobertura de posições no mercado financeiro.
“Ganhos moderados foram observados com o desenvolvimento da cobertura de posições vendidas. Milho, soja e trigo estavam se tornando subvalorizados no mercado global, e isso está começando a dar suporte. Rendimentos abaixo do esperado e a forte demanda contínua também estão começando a ter um impacto maior na descoberta de preços”, disse Karl Setzer, sócio da Consus Ag Consulting.
0 comentário
Brasil fecha julho com 1,9 milhão de toneladas de milho exportadas e expectativa de avanço em agosto
Número de vendas divulgado pelo USDA pressiona os futuros do milho em Chicago
Milho ainda sente pressão do clima nos EUA, mas alta do petróleo traz alguma força para Chicago nesta quinta-feira
Milho fecha em baixa em Chicago e na B3 com clima favorável nos EUA e recuo do petróleo nesta 4ª
StoneX prevê safra de milho dos EUA em 16,16 bi bushels, acima do número do USDA
Milho despenca na B3 acompanhando derrocada em Chicago; alta do dólar ameniza perdas no mercado brasileiro