Os futuros do milho negociados na B3 voltaram a subir no início da tarde desta segunda-feira (8)
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Os futuros do milho negociados na B3 voltaram a subir no início da tarde desta segunda-feira (8), depois de terem iniciado o dia operando com ligeiras perdas. No entanto, logo as cotações passaram a operar em campo misto, com o setembro caindo 0,25% para R$ 65,23, enquanto o novembro subia 0,22% para R$ 68,23 por saca, por volta de 13h40 (horário de Brasília).
O mercado encontro um leve fôlego no dólar, que volta a subir na tarde de hoje, com alta de 0,41% e valendo R$ 5,44. Porém, ainda sem desviar o foco de seus fundamentos.
"Atentos às recentes valorizações nos portos e no mercado externo, vendedores brasileiros estão limitando a oferta de milho no spot e/ou pedindo preços firmes em novos negócios, apontam levantamentos do Cepea. Por outro lado, a demanda doméstica segue enfraquecida, contexto que impede avanços mais intensos nas cotações, explicam pesquisadores", informou o Cepea nesta segunda-feira.
BOLSA DE CHICAGO
Na CBOT, as cotações também passaram a subir levemente, se ajustando depois das baixas do início do dia. Perto de 13h30 (horário de Brasília), as cotações subiam de 0,25 a 2,25 pontos nos principais contratos, com o dezembro valendo US$ 4,19 e o março, US$ 4,37 por bushel.
No entanto, segundo informações do site internacional Farm Futures, as cotações seguem pressionadas pela expectativa de alta produção de milho nos Estados Unidos, que apesar de alguns problemas de produtividade, ainda deve ser recorde.
“É provável que ainda tenhamos uma colheita recorde de milho. Mesmo que a produtividade do milho caia ligeiramente, uma produção recorde de milho se multiplicou além dos enormes 97,2 milhões de acres plantados, o que ainda representa uma safra enorme para o mercado este ano”, acrescenta.
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