B3 fecha 4ªfeira seguindo alta de Chicago, mas dólar e colheita limitam ganhos
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A quarta-feira (02) chega ao final com os preços futuros do milho operando no campo misto da Bolsa Brasileira (B3), mas com a maior parte das cotações positivas.
O vencimento julho/25 foi cotado a R$ 62,06 com queda de 1,34%, o setembro/25 valeu R$ 61,81 com alta de 0,37%, o novembro/25 foi negociado por R$ 66,28 com elevação de 0,41% e o janeiro/26 teve valor de R$ 71,22 com ganho de 0,27%.
No mercado físico brasileiro, o preço da saca de milho teve altos e baixos neste meio de semana. O levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas identificou desvalorizações em Rondonópolis/MT, primavera do Leste/MT, Itiquira/MT, São Gabriel do Oeste/MT, Itapetininga/SP e Campinas/SP. Já as valorizações apareceram em Ubiratã/PR, Marechal Cândido Rondon/PR, Jataí/GO, Rio Verde/GO e Eldorado/MS.
De acordo com a análise da Agrinvest, os contratos do milho na B3 acompanharam a força de alta vinda de Chicago.
Por outro lado, um dólar mais fraco ante ao real e o avanço da colheita da segunda safra brasileira atuaram para limitar possíveis altas maiores.
Os analistas da consultoria destacam que “mesmo com o ritmo de colheita lento, os preços dos fretes já dispararam e, com o real se valorizando frente ao dólar, o custo elevado de originação está impedindo o crescimento das nomeações e programa de exportação”.
Mercado Externo
Para os preços internacionais do milho futuro, a quarta-feira foi um dia de movimentações bastante positivas.
O vencimento julho/25 foi cotado à US$ 4,29 com alta de 9,25 pontos, o setembro/25 valeu US$ 4,18 com elevação de 12 pontos, o dezembro/25 foi negociado por US$ 4,33 com valorização de 11,5 pontos e o março/26 teve valor de US$ 4,48 com ganho de 10,75 pontos.
Esses índices representaram valorizações, com relação ao fechamento da última terça-feira (01), de 2,2% para o julho/25, de 2,96% para o setembro/25, de 2,73% para o dezembro/25 e de 2,45% para o março/26.
Segundo as informações da Agrinvest, os futuros de Chicago receberam apoios positivos da soja e do trigo, diante de rumores que indicaram avanço nas negociações entre China e Estados Unidos e das preocupações com a colheita do trigo norte-americano.
Além disso, os analistas da consultoria destacam que o encarecimento do milho brasileiro na exportação pode dar alguma oportunidade para aceleração do programa americano 25/26.
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