Milho tem leves baixas em Chicago nesta 3ª, com pressão do plantio nos EUA e dados do USDA
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Os preços do milho recuam na Bolsa de Chicago nesta manhã de terça-feira (13), ainda reagindo aos números trazidos ontem pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) tanto no boletim mensal de oferta e demanda, quanto no semanal de acompanhamento de safras. Assim, por volta de 7h25 (horário de Brasília), as perdas entre os principais vencimentos variavam entre 3 e 4,75 pontos, e o julho tinha US$ 4,43 e o o dezembro, US$ 4,42 por bushel.
O mercado sentiu a pressão das perspectivas de uma safra recorde nos EUA e no mundo para a temporada 2025/26, apesar de algumas sinalizações também de maior demanda. Agora, Chicago se foca no desenvolvimento da nova temporada norte-americana - que até agora conta com condições favoráveis de clima, principalmente - e monitora a construção dos índices de produtividade no país.
No Brasil, as atenções estão sobre a safrinha, que também deverá resultar em bons números e já pressiona as cotações no mercado nacional. A perspectiva é de que a segunda safra de milho alcance perto de 100 milhões de toneladas, com pressão, sobretudo, sobre os futuros do cereal na B3.
Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:
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