Futuros do milho abrem a quarta-feira recuando nas Bolsas Brasileira e de Chicago
![]()
A quarta-feira (04) começa com os preços futuros do milho operando no campo negativo da Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 70,55 e R$ 71,25 por volta das 09h56 (horário de Brasília).
O vencimento janeiro/25 era cotado à R$ 71,25 com desvalorização de 1,45%, o março/25 valia R$ 71,00 com baixa de 1,18% e o maio/25 tinha valor de R$ 70,55 com queda de 1,12%.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) também abriu as atividades desta quarta-feira com os preços internacionais do milho registrando recuos por volta das 09h44 (horário de Brasília).
O vencimento dezembro/24 era cotado à US$ 4,21 com queda de 1,75 pontos, o março/25 valia US$ 4,30 com baixa de 1,75 pontos, o maio/25 era negociado por US$ 4,35 com desvalorização de 2,25 pontos e o julho/25 tinha valor de US$ 4,38 com perda de 2,00 pontos.
Segundo informações do site internacional Successful Farming, os contratos futuros de grãos caíram nas negociações durante a noite em meio ao clima favorável ao cultivo em vários países.
“As chuvas nas áreas centro-sul e oeste durante a próxima semana melhorarão ainda mais a umidade e as condições das plantações”, disse Don Keeney, meteorologista agrícola da Maxar, conforme reportado pela publicação.
Relembre como fechou o mercado na última terça-feira (03):
+ Com dólar enfraquecido nesta 3ªfeira, cotações do milho voltam a recuar na B3
0 comentário
Em realização de lucros, milho recua na CBOT e mercado passa a mirar o próximo relatório do USDA
Crescimento do processamento doméstico de milho amplia alternativas de comercialização e reduz dependência das exportações
Futuros do milho se movimentam próximos da estabilidade em Chicago
Vylor inicia uma nova era no milho: produtividade e estabilidade de rendimento, aliada ao controle avançado de insetos
Investidores realizam lucros em Chicago e milho opera no negativo nesta quarta-feira
Setor do milho vai cobrar próximo governo por infraestrutura, crédito e políticas que considerem diferenças regionais