Milho estende perdas em Chicago após dados do USDA da semana passada
![]()
Os preços futuros do milho seguem operando no campo negativo da Bolsa Brasileira (B3) ao longo desta segunda-feira (14). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 67,72 e R$ 72,85 por volta das 13h28 (horário de Brasília).
O vencimento novembro/24 era cotado à R$ 67,72 com queda de 1,14%, o janeiro/25 valia R$ 71,11 com baixa de 0,95% e o março/25 tinha valor de R$ 72,85 com perda de 0,59%.
Mercado Externo
Na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços internacionais do milho futuro também seguiram no campo negativo ao longo desta segunda-feira.
O vencimento dezembro/24 era cotado à US$ 4,10 com perda de 5,00 pontos, o março/25 valia US$ 4,26 com baixa de 6,50 pontos, o maio/25 era negociado por US$ 4,34 com queda de 7,25 pontos e o julho/25 tinha valor de US$ 4,39 com desvalorização de 8,00 pontos.
Segundo informações do site internacional Successful Farming, os grãos caíram nas negociações durante a noite depois que as previsões de produção do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) superaram as expectativas do mercado.
“A produção de milho no ano comercial de 2024-2025, que começou em 1º de setembro, agora é estimada pelo governo em 15,203 bilhões de bushels, com rendimento de 183,8 bushels por acre. Analistas consultados pela Reuters esperavam uma produção de 15,155 bilhões de bushels com rendimento de 183,4 bushels por acre. No mês passado, o USDA estimou a produção de milho em 15,186 bilhões de bushels e o rendimento em 183,6 bushels por acre”, destaca a publicação.
0 comentário
Milho recua em Chicago nesta 5ª após forte disparada na sessão anterior; B3 acompanha perdas
Conab eleva safra de milho para quase 143 milhões de toneladas e estoques crescem 25%
Milho dispara em Chicago após USDA reduzir produtividade dos EUA; geopolítica também dá suporte
Milho sente pressão do trigo nesta terça-feira e registra leves baixas em Chicago
Chicago segue no aguardo do USDA e milho se movimenta pouco nesta terça-feira
Imea relata avanços nas vendas de soja, milho e algodão após melhora dos preços no Mato Grosso