Milho: Chicago vai ao maior nível em 2 meses acompanhando reportes do Pro Farmer
![]()
A segunda-feira (29) começa com os preços futuros do milho operando no campo negativo da Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações recuavam e flutuavam na faixa entre R$ 86,49 e R$ 96,50 por volta das 09h21 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/22 era cotado à R$ 86,49 com desvalorização de 0,41%, o novembro/22 valia R$ 89,90 com perda de 0,28%, o janeiro/23 era negociado por R$ 93,68 com queda de 0,33% e o março/23 tinha valor de R$ 96,50 com baixa de 0,36%.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) abriu a nova semana novamente com os preços internacionais do milho futuro operando em campo positivo, subindo por volta das 09h04 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/22 era cotado à US$ 6,70 com alta de 1,25 pontos, o dezembro/22 valia US$ 6,69 com valorização de 5,50 pontos, o março/23 era negociado por US$ 6,75 com ganho de 5,50 pontos e o maio/23 tinha valor de US$ 6,76 com elevação de 5,50 pontos.
Segundo informações da Agência Reuters, os contratos futuros de milho de Chicago subiram pela segunda sessão nesta segunda-feira para seu maior nível em dois meses, depois que uma turnê de safra nos Estados Unidos previu uma produção mais baixa após o clima quente e seco, levantando preocupações sobre a oferta global.
“As notícias do tour agrícola Pro Farmer não são muito otimistas e sugerem uma das configurações de estoque/uso mais apertadas da história para a temporada 2022/23”, escreveu Hightower em um relatório.
Relembre como fechou o mercado na última sexta-feira:
0 comentário
Milho: B3 volta a subir nesta 5ª feira com clima preocupando para safrinha
Milho cai mais de 2% em Chicago nesta 4ª feira, acompanhando forte baixa do petróleo
Tamanho da safrinha de milho gera muitas incertezas no BR e mercado ainda não precificou perdas
Importação de insumos e geopolítica pautam 4º Congresso Abramilho
Futuros do milho fecham a 2ªfeira subindo mais de 1% em Chicago com força da soja, petróleo e exportações
Força da soja e do petróleo impulsionam cotações do milho que voltam a subir em Chicago nesta segunda-feira