Clima não ajuda e colheita do milho passa a ficar atrasada na Argentina, aponta Ministério da Agricultura
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O Ministério de Agricultura, Pecuária e Pesca da Argentina divulgou seu informe semanal de estimativas agrícolas atualizando seus dados para a safra de milho 2021/22. Segundo a publicação, 90% das lavouras de milho argentinas já foram colhidas, um atraso de 5 pontos percentuais com relação ao mesmo período do ano anterior.
“A colheita progride lentamente. Restam poucos lotes a serem trilhados, e o atraso é explicado pelo alto teor de umidade do grão, já que as condições ambientais, normais para a época, não favorecem a secagem”, explicam os técnicos do Ministério.
As regiões que já finalizaram as atividades são Bahía Blanca, Bolívar, Junín, Pergamino, Salliqueló, Marcos Juárez, Río Cuarto, Paraná, Rosario del Tala, Rafaela, Venado Tuerto, Corrientes, Jujuy, Misiones e San Luis.
Por outro lado, as atividades estão mais atrasadas em Avellaneda (31%), Chaco Pcia.R.S.Peña (48%), Pigué (60%) e Chaco Charata (67%).
Olhando para a qualidade das lavouras, os técnicos do Ministério destacam as delegações de Pehuajó (100%), Avellaneda (20%), Laboulaye e Roque Sáenz Peña (11%) como as com mais áreas avaliadas como muito boas. Já as delegações com mais avaliações ruins são Cañada de Gómez (36%), Casilda (32%) e General Pico (10%).
Diante de todo esse cenário, a projeção de produção total do Ministério é de 58 milhões de toneladas, antes as 57 milhões estimadas anteriormente. Mesmo com esse aumento de 1,8%, o patamar ainda é 4,1% menor do que as 60,5 milhões registradas na campanha 20/21.
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