B3 perde força e milho opera levemente mais baixo nesta 2ªfeira
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Os preços futuros do milho operam próximos da estabilidade nesta segunda-feira (13) com as principais cotações flutuando em misto na Bolsa Brasileira (B3). As primeiras posições recuavam e as de 2023 tinham leves aumentos por volta das 11h49 (horário de Brasília).
O vencimento julho/22 era cotado à R$ 88,36 com queda de 0,36%, o setembro/22 valia R$ 92,14 com perda de 0,04%, o novembro/22 era negociado por R$ 94,14 com baixa de 0,01% e o janeiro/23 tinha valor de R$ 96,97 com alta de 0,40%.
Mercado Externo
Já os preços internacionais do milho futuro perderam força na Bolsa de Chicago (CBOT) e passaram a registrar movimentações baixistas por volta das 11h38 (horário de Brasília).
O vencimento julho/22 era cotado à US$ 7,64 com desvalorização de 8,75 pontos, o setembro/22 valia US$ 7,24 com perda de 8,50 pontos, o dezembro/22 era negociado por US$ 7,14 com baixa de 6,00 pontos e o março/23 tinha valor de US$ 7,19 com queda de 5,75 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os contratos futuros de milho recuam em Chicago já que as menores exportações de milho dos Estados Unidos em 2021/22 ajudarão a aumentar os estoques de 2022/23, de acordo com o relatório WASDE de oferta e demanda divulgado na sexta-feira pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).
Além disso, o USDA estava cada vez mais otimista sobre o progresso do plantio na Ucrânia, aumentando as estimativas de produção ucraniana de 2022/23 em 217 milhões de bushels em relação ao relatório do mês passado, agora prevendo a safra de milho do país em 984 milhões de bushels.
“No início desta primavera, o consenso geral do mercado era de que os agricultores ucranianos produziriam 50% a 55% menos alqueires de milho nesta primavera. Agora, o USDA espera uma safra de milho ucraniana 41% menor em 2022 em relação ao ano passado”, destaca a analista Jacqueline Holland.
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