Milho: quinta-feira começa com B3 e CBOT estendendo suas perdas
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A quinta-feira (06) começa com os preços futuros do milho estendendo as movimentações negativas registradas no pregão de ontem da Bolsa Brasileira (B3).
Por volta das 09h14 (horário de Brasília), o vencimento janeiro/22 era cotado à R$ 93,27 com baixa de 0,11%, o março/22 valia R$ 96,59 com queda de 0,32%, o maio/22 era negociado por R$ 92,70 com perda de 0,19% e o julho/22 tinha valor de R$ 89,29 com estabilidade.
Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o movimento do dia é um movimento de realização de lucros, após as cotações terem subido com bons fundamentos diante das quebras de safra da primeira safra da América do Sul.
“Se olharmos as primeiras cotações em R$ 93,00 para março e os R$ 89,00 em julho isso mostra o potencial da safrinha de recompor essas primeiras perdas com o milho já abaixo dos R$ 90,00”, pontua Brandalizze.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) também abriu o penúltimo dia da semana operando negativamente para os preços internacionais do milho futuro que recuavam por volta das 09h02 (horário de Brasília).
O vencimento março/22 era cotado à US$ 5,99 com desvalorização de 2,50 pontos, o maio/22 valia US$ 6,00 com perda de 2,50 pontos, o julho/22 era negociado por US$ 5,98 com queda de 2,25 pontos e o setembro/22 tinha valor de US$ 5,65 com baixa de 2,50 pontos.
Segundo informações da Agência Reuters, o milho segue caindo após recuar 1% ontem em meio a uma queda generalizada nos mercados, embora as preocupações com o clima adverso na América do Sul tenham limitado as perdas.
Justamente estas preocupações com as condições meteorológicas extremas na América do Sul são o que limitam o declínio nos mercados agrícolas, conforme aponta a publicação.
Relembre como fechou o mercado na última quarta-feira:
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