Milho: B3 segue acompanhando o dólar e recuando nesta 3ªfeira
![]()
A terça-feira (28) começa com os preços futuros do milho mantendo o rumo negativo que apareceu na parte final do último pregão na Bolsa Brasileira (B3).
Por volta das 09h14 (horário de Brasília), o vencimento janeiro/22 era cotado à R$ 92,30 com baixa de 0,65%, o março/22 valia R$ 96,70 com perda de 0,47%, o maio/22 era negociado por R$ 92,75 com queda de 0,22% e o julho/22 tinha valor de R$ 88,00 com estabilidade
Durante a última segunda-feira as principais cotações do cereal brasileiro ficaram boa parte do dia em alta refletindo as preocupações com perdas de produção da safra de verão 2021/22, especialmente nos estados da Região Sul do Brasil e no Mato Grosso do Sul. Porém, no final do pregão, os futuros devolveram os ganhos e caíram acompanhando a baixa do dólar ante ao real, o que segue acontecendo nesta manhã.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) também repete o desempenho obtido ontem e começa o segundo dia da semana apontando movimentações positivas para os preços internacionais do milho futuro por volta das 09h05 (horário de Brasília).
O vencimento março/22 era cotado à US$ 6,16 com valorização de 1,75 pontos, o maio/22 valia US$ 6,18 com elevação de 1,75 pontos, o julho/22 era negociado por US$ 6,17 com ganho de 1,50 pontos e o setembro/22 tinha valor de US$ 5,78 com alta de 0,75 pontos.
Segundo informações da Agência Reuters, os futuros do milho em Chicago subiram na terça-feira, com os mercados sendo negociados perto de máximas de vários meses, já que o clima seco na América do Sul gerou preocupações com o fornecimento.
“Estamos no mercado de clima no que diz respeito às safras da América do Sul. Se começar a chover, os preços vão cair”, disse um trader de grãos de Cingapura à Reuters.
Relembre como fechou o mercado na última segunda-feira:
0 comentário
Com queda de braço entre compradores e vendedores, semana se encerra com poucas movimentações para o milho no Brasil
Colheita de milho em MT avança para 20,9% da área, supera ritmo de 2025, diz Imea
Preço do milho recua nos últimos cinco anos, enquanto custos de produção avançam e pressionam rentabilidade do produtor
Safras & Mercado reduz previsão de colheita de milho do Brasil e vê queda anual
Colheita do milho vai se intensificar em julho e preços devem sentir a pressão no mercado brasileiro
Mato Grosso acelera colheita do milho, mas alta dos custos em 14% exige cautela na próxima safra